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A morte generalizada dos corais: o primeiro ponto de não retorno

A morte generalizada dos corais: o primeiro ponto de não retorno

#MERGULHO

A morte generalizada dos corais: o primeiro ponto de não retorno

Os recifes de corais de águas quentes estão passando do ponto de não retorno - é o que diz o Relatório Global sobre Pontos de Inflexão, divulgado pela Universidade de Exeter e parceiros internacionais. Além do claro dano irreparável para a humanidade como um todo, as mudanças afetam a vida de inúmeras espécies marinhas e de pessoas que dependem da pesca e do turismo - estamos falando de quase um bilhão de pessoas e um quarto de toda a vida marinha.

 

Outros pontos de não retorno estão próximos de serem atingidos: o derretimento das calotas polares, o colapso das principais correntes oceânicas e a morte da Floresta Amazônica.  Para frear esse cenário, é fundamental políticas de conservação sólidas, que englobem redução - e remoção - das emissões de carbono, investimentos em restauração, assim como modelos de desenvolvimento inclusivos e sustentáveis.

 

A Mami Wata nasceu com o propósito de proteger os corais e a fauna marinha, oferecendo um protetor solar natural, que não agride o ambiente aquático, em contraste com muitos protetores solares convencionais. A gente sabe que os esforços precisam ser coletivos, maiores, globais. Mas, também acreditamos que todos podemos dar um passo e fazer parte dessa mudança. 

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#DÁ PRA ACREDITAR

Compilado de boas notícias vindas da natureza|
Apesar de tudo e tanto, sim, existem coisas boas acontecendo! As costas da Argentina receberam um número recorde de baleias francas. Também foi documentada a maior desova de tartarugas-de-arrau na Amazônia. Pesquisadores desenvolveram bioplásticos resistentes feitos a partir de resíduos de laranja. E tem uma nova espécie de raia-manta vista no Atlântico. 

Leia todas as notícias aqui

 

#MAMI WATA INDICA

Ocean Photographer of the Year 2025

Que nós somos encantadas e inspiradas pelas águas, todo mundo sabe. Cada mergulho nos oceanos revela um mundo que vale a pena proteger. Essas fotos premiadas pelo Ocean Photographer Of The Year 2025 mostram porquê: do encontro com o olhar de uma baleia-de-minke-anã (registro da brasileira Marcia Riederer, que levou primeiro lugar), passando pelas ondas de Nazaré retratadas como em um filme de ficção, até a tartaruga solitária nadando em um oceano colorido por substâncias expelidas por um vulcão. 

Inspire-se

 

#PRA PENSAR

Palavras relacionadas à natureza estão sumindo do vocabulário dos ingleses
Um estudo publicado na revista Earth revelou que o uso de palavras relacionadas à natureza, na língua inglesa, caiu mais de 60% entre 1800 e 2019. A conclusão foi de Miles Richardson, professor de psicologia na Universidade de Derby (Reino Unido), que conduziu a pesquisa analisando 28 termos naturais  - como "broto", "prado" e "bico" -, através de um banco de dados do Google que rastreia a frequência de palavras em livros em inglês ao longo dos séculos. O estudo foi além: Richardson desenvolveu um modelo computacional para simular como as pessoas perderam o contato com a natureza através das gerações, acompanhando o crescimento urbano e o desaparecimento dos espaços verdes. Comparando as projeções do modelo com os dados reais de uso das palavras, ambos os gráficos coincidiram, com margem de erro inferior a 5%.

Entenda melhor

 

#MAMI WATA
 

Mami Wata no Rio Ocean Week

Entre os dias 22 e 25 de outubro aconteceu o Rio Ocean Week, no Museu do Amanhã, e nós participamos com a palestra “Proteção Solar Consciente e a Conservação dos Nossos Mares”, dentro da Arena Esquenta COP.  Durante o encontro, falamos sobre o impacto dos protetores solares químicos nos ecossistemas marinhos e a importância ecológica da Mami Wata na conservação dos oceanos.

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